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Como trabalhamos

Aprendizagem que chega à rotina

Cada entrega começa ouvindo o RH e a liderança e termina no que muda no dia a dia do time. No caminho, há método com nome, base declarada e cuidado com os detalhes.

Como uma entrega acontece

Uma jornada, não um evento

Cada fase entrega um resultado que a seguinte usa. Se uma adaptação apaga esse resultado, o método se perde.
  1. Diagnóstico e escuta

    Antes de qualquer desenho, conversamos com o RH e a liderança sobre contexto, rotina e dores. A primeira pergunta é se a lacuna é mesmo de aprendizagem, porque processo e papel não se resolvem em sala. Aqui também registramos a linha de base.
  2. Desenho sob medida

    Com o diagnóstico em mãos, definimos objetivos, sequência e a técnica de cada bloco. A espinha do método se mantém. Nomes, formatos e módulos se ajustam ao time, e a sustentação já entra no desenho.
  3. Encontro vivencial

    No encontro, o time se reconhece, olha para o futuro, nomeia seus desafios e escolhe as ações prioritárias. Quando há várias mesas, embaixadores do próprio grupo coordenam as atividades em cada uma. O dia termina com um compromisso assumido pelo grupo.
  4. Sustentação

    Depois do encontro, as ações viram planos com responsáveis, prazos e recursos, e a liderança recebe orientações para dar continuidade. Sem esta fase, o encontro vira evento isolado.
  5. Medida e devolutiva

    Reaplicamos o instrumento da linha de base e reunimos RH e liderança para analisar os resultados. O consolidado devolve forças, desafios e prioridades e orienta o que sustentar.

Ferramentas da casa

Peças criadas e adaptadas por nós

São as ferramentas que usamos nos encontros e na sustentação. Quando uma delas parte da obra de outro autor, damos o crédito.
  • Manchete do Futuro

    A liderança escreve a manchete de jornal que noticiaria as conquistas do time daqui a um, três ou cinco anos. O futuro fica concreto, e cada pessoa liga a própria contribuição a ele.
  • Mandala das Emoções

    Roda de vocabulário emocional em português, com seis emoções centrais e palavras cada vez mais precisas. Ajuda cada pessoa a nomear o que sente, sem resposta certa. As palavras vêm da Emotion Wheel do Junto Institute, traduzida.
  • Círculo de Influência

    Separa o que está ao alcance do time, o que ele pode influenciar e o que foge do seu controle. Leva a energia para onde ela muda algo e afasta a vitimização. Baseado em Stephen Covey.
  • Matriz de Priorização

    O time decide o que eliminar, reduzir, aprimorar e criar em comportamentos, rituais e processos para chegar ao futuro desejado. Três ações viram prioridade. Adaptada da grade de Kim e Mauborgne, autores da Estratégia do Oceano Azul.
  • Formação de Embaixadores

    Um treinamento rápido, antes do encontro principal, com pessoas escolhidas entre os próprios participantes. No dia, cada embaixador coordena as atividades na mesa do seu grupo.
  • Consolidado de resultados

    Devolutiva que organiza o que o grupo construiu: forças, desafios e prioridades, com a leitura da facilitação. Os participantes revisitam o encontro, e a liderança e o RH ganham base para os próximos passos.

No que acreditamos

Premissas que guiam o desenho

  • Vivência antes do conceito

    Primeiro o grupo vive a experiência. Depois, o conceito dá nome ao que apareceu. É uma escolha de desenho, não improviso.
  • Transferência se desenha antes

    O gestor direto, o ambiente e a chance de aplicar pesam mais que a qualidade da sala, sobretudo em liderança. Por isso pensamos a sustentação desde o primeiro dia de desenho.
  • Perfil é espelho, não rótulo

    Usamos instrumentos de perfil para abrir conversa sobre comportamento e versatilidade, nunca para encaixar pessoas em tipos. Instrumentos de outros autores entram com o devido crédito.
  • Medir aplicação, não só reação

    Gostar do encontro não é o mesmo que aplicar o que se viveu. Olhamos para o que muda no trabalho, comparando antes e depois.

Medida e devolutiva

O que mudou, dito com honestidade

Antes do encontro, criamos uma linha de base. Depois, reaplicamos o mesmo instrumento. No Mapa de Competências, ninguém se dá uma nota: o degrau de maturidade é inferido das respostas sobre comportamentos observáveis. O consolidado devolve ao RH e à liderança o que o grupo construiu.

Vamos olhar juntos para o seu time?

Conte o momento da sua equipe. A gente começa pela escuta e desenha o caminho com você.